Bom dia, boa tarde ou boa noite,
Deixo o trailer de um filme muito bom, um documentário de João Jardin. Segue sinopse:
Definido pelo próprio diretor como “um diário de observação da vida do adolescente no Brasil em seis escolas”, Pro dia nascer feliz flagra o dia-a-dia e adentra a subjetividade de alunos e alunas e alguns professores nas seguintes cidades: Manari, Pernambuco, uma das cidades mais pobres do Brasil, a violenta Duque de Caxias no Rio de Janeiro e no Estado de São Paulo, temos o rico bairro de alto de Pinheiros na capital e a precária Itaquaquecetuba a 50Km do centro da cidade.
As entrevistas são intercaladas com seqüências de observação do ambiente das escolas – meio, por sinal, bem pouco freqüentado pelo documentário brasileiro. Sem exercer interferência direta, a câmera flagra salas de aula, esquadrinha corredores, pátios e banheiros, testemunha uma reunião de conselho de classe (onde os professores decidem o destino particular dos alunos “DIFÍCEIS”) e momentos de relativa intimidade pessoal.
fonte: http://www.copacabanafilmes.com.br/prodianascerfeliz/equipe.htm - site oficial
fOrTe abraço,
Marco Aurelio
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segunda-feira, 23 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
O óleo de Lorenzo
Estava para postar desde o mês passado, mas só deu para fazer agora.
Morre Lorenzo Odone, que inspirou o filme "O Óleo de Lorenzo"
Para quem não assistiu ao filme, deixo o trailer do filme. E recolmendo muitíssimo o filme.
Para os que já assistiram, deixem suas impressões,
forte abraço,
Marco Aurelio
Morre Lorenzo Odone, que inspirou o filme "O Óleo de Lorenzo"
Para quem não assistiu ao filme, deixo o trailer do filme. E recolmendo muitíssimo o filme.
Para os que já assistiram, deixem suas impressões,
forte abraço,
Marco Aurelio
sexta-feira, 16 de maio de 2008

Seriously
Ah, a terceira coluna!
Provavelmente estou em débito com o Marco.
Tentarei melhorar. Seriousl...
Medalha de Prata
Estreiou no último feriado a mais nova adaptação (don’t you just love them..?) dos quadrinhos da Marvel. Depois dos carros-chefes X-Men e Homem-Aranha, seguido pelos quase-segundo-escalão Quarteto Fantástico (e Surfista Prateado) e Hulk, chegou a vez do Homem de Ferro.
Pela primeira vez em uma adaptação cinematográfica de um herói da “Casa das Idéias”, o financiamento foi todo da editora. E assim, com tanta expectativa, o filme traz o multi-bilionário Anthony “Tony” Stark, que, com liberdade poética da transposição dos quadrinhos para a telona, para lidar com sua condição física, constrói uma armadura que é uma máquina de guerra.
Don’get me wrong... a mudança da origem do herói ficou bem razoável, comparável ao novo caminho que Batman tomou com a direção de Cris Nolan. Em tempos de Guerra contra o Terror, nada mais justo que o solo afegão seja o cenário da criação do personagem-título.
E lá, em dentro de uma caverna digna de Osama bin Laden, com apenas algumas chapas de metal, um palito de dente e goma de mascar, o genial engenheiro Tony Stark faz a primeira versão de sua armadura, deixando McGyver com inveja, onde quer que ele esteja. Sem o charme e cores vibrantes da versão definitiva, mas com lança-chamas.
Um grande herói só se faz com um grande vilão. Neste caso, mais um problema para o “invencível”* Homem de Ferro. O vilão é fraco. E esse é o principal problema dos heróis menos conhecidos pela maioria. Tivessem todos os heróis um Coringa, Magneto ou simplesmente um grande olho em cima de uma montanha...
Efeitos especiais de primeira linha, é claro. O mínimo que se pode esperar de uma produção desse porte.
Elenco tão bom quanto. Por vezes, não é o que acontece com produções desse porte.
Gwineth Paltrow faz a mocinha de forma competente (esperamos que ela não pare de fazer filmes, como apareceu no UOL outro dia), e Robert Downey Jr. ressurge como o protagonista bon vivant de pensamento rápido e humor ácido. E que “ficou” com as doze capas da Maxim (Maio na verdade não, mas em Dezembro foram gêmeas).
Só não leva a medalha de ouro por pequenos detalhes.
*: o Homem-Aranha é o “amigo-da-vizinhança” e é Espetacular, assim como os X-Men são Fabulosos. Tenho quase certeza que esses “títulos” foram citados. O Homem de Ferro é Invencível. Nerd stuff.
Deixemos isso para as continuações.
Mas o motivo real é que Tony Stark era alcólatra. No filme ele é tratado simplesmente como um bon vivant. E isso faz diferença.
[Fã reclamão apontando falhas no filme MODE OFF]
E olha que eu não conheço muito do Invencível Homem de Ferro...
Go!
Estréia neste fim de semana, a adaptação (Don’t you just...) de Speed Racer.
Musiquinha viciante na cabeça e irmãos Wachowski na produção são motivos mais do que suficientes para uma sessão de cinema.
Seriously
Só porque é a terceira coluna e ninguém perguntou.
Chama assim por causa do momentâneo vício em Grey’s Anatomy.
Sony já na quarta e ainda preciso ver a terceira temporada...
Ah, a terceira coluna!
Provavelmente estou em débito com o Marco.
Tentarei melhorar. Seriousl...
Medalha de Prata
Estreiou no último feriado a mais nova adaptação (don’t you just love them..?) dos quadrinhos da Marvel. Depois dos carros-chefes X-Men e Homem-Aranha, seguido pelos quase-segundo-escalão Quarteto Fantástico (e Surfista Prateado) e Hulk, chegou a vez do Homem de Ferro.
Pela primeira vez em uma adaptação cinematográfica de um herói da “Casa das Idéias”, o financiamento foi todo da editora. E assim, com tanta expectativa, o filme traz o multi-bilionário Anthony “Tony” Stark, que, com liberdade poética da transposição dos quadrinhos para a telona, para lidar com sua condição física, constrói uma armadura que é uma máquina de guerra.
Don’get me wrong... a mudança da origem do herói ficou bem razoável, comparável ao novo caminho que Batman tomou com a direção de Cris Nolan. Em tempos de Guerra contra o Terror, nada mais justo que o solo afegão seja o cenário da criação do personagem-título.
E lá, em dentro de uma caverna digna de Osama bin Laden, com apenas algumas chapas de metal, um palito de dente e goma de mascar, o genial engenheiro Tony Stark faz a primeira versão de sua armadura, deixando McGyver com inveja, onde quer que ele esteja. Sem o charme e cores vibrantes da versão definitiva, mas com lança-chamas.
Um grande herói só se faz com um grande vilão. Neste caso, mais um problema para o “invencível”* Homem de Ferro. O vilão é fraco. E esse é o principal problema dos heróis menos conhecidos pela maioria. Tivessem todos os heróis um Coringa, Magneto ou simplesmente um grande olho em cima de uma montanha...
Efeitos especiais de primeira linha, é claro. O mínimo que se pode esperar de uma produção desse porte.
Elenco tão bom quanto. Por vezes, não é o que acontece com produções desse porte.
Gwineth Paltrow faz a mocinha de forma competente (esperamos que ela não pare de fazer filmes, como apareceu no UOL outro dia), e Robert Downey Jr. ressurge como o protagonista bon vivant de pensamento rápido e humor ácido. E que “ficou” com as doze capas da Maxim (Maio na verdade não, mas em Dezembro foram gêmeas).
Só não leva a medalha de ouro por pequenos detalhes.
*: o Homem-Aranha é o “amigo-da-vizinhança” e é Espetacular, assim como os X-Men são Fabulosos. Tenho quase certeza que esses “títulos” foram citados. O Homem de Ferro é Invencível. Nerd stuff.
Deixemos isso para as continuações.
Mas o motivo real é que Tony Stark era alcólatra. No filme ele é tratado simplesmente como um bon vivant. E isso faz diferença.
[Fã reclamão apontando falhas no filme MODE OFF]
E olha que eu não conheço muito do Invencível Homem de Ferro...
Go!
Estréia neste fim de semana, a adaptação (Don’t you just...) de Speed Racer.
Musiquinha viciante na cabeça e irmãos Wachowski na produção são motivos mais do que suficientes para uma sessão de cinema.
Seriously
Só porque é a terceira coluna e ninguém perguntou.
Chama assim por causa do momentâneo vício em Grey’s Anatomy.
Sony já na quarta e ainda preciso ver a terceira temporada...
TheForce
segunda-feira, 5 de maio de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
SeriouslyAh sim, o nome da coluna é mesmo Seriously...
Adaptation
Há muito tempo atrás, no mesmo blogspot que sucede o Educultição aí em cima, eu tinha um blog. Com fins nada nobres como este aqui, simplesmente para estravasar os dotes jornalísticos e escriturísticos que finjo ter. Claro, e pelo meu ego – simm contar acessos!
O nome, como não podia deixar de ser, era uma homenagem a um dos melhores filmes dos últimos tempos (bem últimos, porque hoje já faz um tempinho razoável), o excelente Adaptação, de
E esse é só o gancho para poder falar de...
Stardust, o filme
Vi no último fim de semana a adaptação cinematográfica do livro de Neil Gaiman. Estou em atraso com a leitura e, apesar de já ter acesso a sua obra-prima, a série Sandman, ainda não a li. Mas li o Stardust. E sobre o filme, o que se pode dizer é que, como adaptação ele é um mediano blockbuster.
Seriously... Qualquer filme que conte com a presença de Claire Danes será “ruim”. Neste, ela dá seu brilho a Yvanna, a estrela que caiu no reino de Stormhold, logo ali no interior de uma Inglaterra elizabethana.
Ali, além do muro do povoado de Wall (a-há!), onde fadas, bruxas e príncipes coexistem, e o jovem Tristan Durnst adentra para conseguir a sua estrela. Ou melhor, sua não, já que ela será usada para conseguir a mão da bela Victoria (a modelo, atriz e trendsetter Sienna Miller).
Tristan, que já sabemos ter sido concebido além da muralha, parte então para sua viagem de ida e volta em uma semana – tempo que pode decorrer para que ele não perca Victoria para seu rival, os quais já estão de casamento marcado.
Paralelamente a sua descoberta de que a estrela cadente atende pelo nome de Yvanna e tem a (boa) forma de Claire Danes dois outros eventos se desenlaçam.
Quatro, digo, três príncipes partem em busca do medalhão que derrubou Yvanna do céu, e aquele que conseguir tomará o lugar do recém-falecido pai como rei de Stormhold. E uma bruxa sai à procura da estrela para arrancar e devorar-lhe o coração junto às duas irmãs, para assim voltarem à juventude – com o resquício da última estrela guardada, a velha bruxa volta à (também boa) forma de Michelle Pfeifer
Efeitos especiais razoáveis, um protagonista que é apagado ao lado do elenco de nome – que ainda conta com Robert de Niro como pirata-barra-gay-enrustido como alívio cômico que não funciona –, e um roteiro que subaproveita a história de Gaiman garantem ao filme duas horas de diversão para àquele domingo à tarde chuvoso com TV a cabo fora do ar e internet idem.
Stardust, o livro
Recomendado, o livro que dá origem ao filme mostra com muito mais fluidez e detalhes a história de Tristan e Yvanna. A própria concepção de Tristan ganha um capítulo à parte, o primeiro, que, sim, é inviável cinematograficamente. Mesmo assim, o livro ganha de longe, com muito mais riqueza – eventos que no filme são aleatórios e bruscos passam a fazer todo sentido.
Caso nenhuma das obras tenha sido apreciada, comece pelo livro e depois surpreenda-se (positivamente) com o livro. Logicamente, eu li o livro pouco antes de ver o filme, surpreendendo-me (negativamente), o que derruba em duas estrelas extras qualquer avaliação que seja dada.
Capa Tau vs Omega Chai
Para quem se cansou das reprises do ótimo The Big Bang Theory, na Warner, o Universal Channel passou a transmitir Greek. A nova sitcom de título-trocadilho mostra o dia-a-dia de Rusty, calouro que tenta conciliar Engenharia e a fraternidade Capa Tau – liderada pelo ex de sua irmã.
Sua irmã, por sua vez, faz parte da Zeta Beta Zeta, a Pussycat Dolls das irmandades do campus, e namora o líder da Omega Chai.
Se o Will Smith de Fresh Prince of Bell Air, com jeans surrado e boné para trás, estivesse presente, estaria na Capa Tau. Seu primo Carlton, com suéter, gola da camisa para fora e sapato lustrado, estaria na Omega Chai. Os estereótipos do college estadunidense estão todos lá.
Entretanto, como no Brasil as maiores conquistas dos centros acadêmicos das universidades brasileiras são invasões à reitorias (com protestos regados com discursos vazios e violência) e festas (onde drogas legais e ilegais dominam o ambiente), é divertido ver o funcionamento exagerado, distorcido e cômico de brotherhoods e sororities.
PS: quem entender o trágico parágrafo acima na primeira leitura sem voltar ganha... um parabéns.
Correção
O nome correto do filme é Antes do Amanhecer, e não Antes do Nascer do Sol, como escrevi na estréia.
TheForce
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Imaginação, o que é isso mesmo?
"Somos imaginheiros"
"...nossas professoras de primário eram excelentes..."
São duas frases de engenheiros de criação do parque temático mais famoso do mundo Disney Word.
Eles se declaram engenheiros de imaginação, e atribuem grande parte dessa "criatividade imaginativa" a suas professoras de primário. E isso era o que precisava para entrar num assunto que vem me tirando o sono.
Vejo uma "poda" desenfreada, um momento, poda não é o termo certo, por que esta geralmente é feita para estimular o crescimento, falemos então inibição desenfreada da imaginação de crianças e jovens.
Outro dia meu vizinho indignado me falou que comprou um carrinho novo, super bacana, para seu filho de 4 anos, sua indignação foi notar que no dia seguinte o menino brincava com a caixa enquanto o carrinho ficou em um canto do quarto. O pai disse que pegou a caixa e jogou fora, e "empurrou" o carrinho para a criança brincar. Mas disse que teve que devolver o "caminhão" para o filho porque não parava de chorar. Perguntei: caminhão? E escutei: É meu filho diz que a caixa é o caminhão que carrega carro novo na estrada. Não contive a risada e a alegria de ver como é fascinante a capacidade de imaginação das crianças. Ora, isso devia ser motivo de orgulho para o pai, notar que seu filho possui algo tão valioso e uma capacidade de associação incrível, pois ao ver o carrinho novo na caixa, já o associou a um caminhão cegonha que deve ter visto na estrada.
É comum nas escolas, atividades de pintura, e mais comum ainda, é elas terem que seguir um padrão para essa pintura, o desenho já vem feito, e os professores "sugerem" as cores. Em aulas de artes ao aprender sobre um determinado artista os alunos apenas reproduzem suas obras, onde tem imaginação, criação nisso tudo? A aula de artes é um dos momentos que os alunos podem se expressar melhor, mas nada disso acontece, por quê? Os professores querem expor os trabalhos, mostrar como os alunos estão capazes de fazer certas coisas. Mas essa idéia não seria falsa? Deixo as perguntas no ar, para não reclamarem e sim refletirem.
Muitos falam que a tecnologia moderna tem sua parcela de culpa nisso, eu penso de forma contrária, se o filho já não tem criatividade para brincar e se divertir com uma caixa de papelão, pois prefere ficar horas à frente da TV, a culpa é de quem? Da TV? Acredito que a culpa é dos pais que permitem tal situação. Onde estão as leituras de histórias, sem figuras, para as crianças imaginarem, como são os personagens, os cenários e tudo mais. A cada dia vejo mais crianças com TV e DVD no quarto, ai os pais vão e colocam um filme para a criança dormir.
Leiam o livro Ponte para Terabitia, ou assistam o filme que é igualmente bom.
A Imaginação é a porta para todos os mundos, é a fuga para o impossível, é a força para fazer o que quiser! Não podemos tirá-la das crianças e jovens!
Um grande abraço,
Marco Aurelio
Aprenda a imaginar com as crianças!
"...nossas professoras de primário eram excelentes..."
São duas frases de engenheiros de criação do parque temático mais famoso do mundo Disney Word.
Eles se declaram engenheiros de imaginação, e atribuem grande parte dessa "criatividade imaginativa" a suas professoras de primário. E isso era o que precisava para entrar num assunto que vem me tirando o sono.
Vejo uma "poda" desenfreada, um momento, poda não é o termo certo, por que esta geralmente é feita para estimular o crescimento, falemos então inibição desenfreada da imaginação de crianças e jovens.
Outro dia meu vizinho indignado me falou que comprou um carrinho novo, super bacana, para seu filho de 4 anos, sua indignação foi notar que no dia seguinte o menino brincava com a caixa enquanto o carrinho ficou em um canto do quarto. O pai disse que pegou a caixa e jogou fora, e "empurrou" o carrinho para a criança brincar. Mas disse que teve que devolver o "caminhão" para o filho porque não parava de chorar. Perguntei: caminhão? E escutei: É meu filho diz que a caixa é o caminhão que carrega carro novo na estrada. Não contive a risada e a alegria de ver como é fascinante a capacidade de imaginação das crianças. Ora, isso devia ser motivo de orgulho para o pai, notar que seu filho possui algo tão valioso e uma capacidade de associação incrível, pois ao ver o carrinho novo na caixa, já o associou a um caminhão cegonha que deve ter visto na estrada.
É comum nas escolas, atividades de pintura, e mais comum ainda, é elas terem que seguir um padrão para essa pintura, o desenho já vem feito, e os professores "sugerem" as cores. Em aulas de artes ao aprender sobre um determinado artista os alunos apenas reproduzem suas obras, onde tem imaginação, criação nisso tudo? A aula de artes é um dos momentos que os alunos podem se expressar melhor, mas nada disso acontece, por quê? Os professores querem expor os trabalhos, mostrar como os alunos estão capazes de fazer certas coisas. Mas essa idéia não seria falsa? Deixo as perguntas no ar, para não reclamarem e sim refletirem.
Muitos falam que a tecnologia moderna tem sua parcela de culpa nisso, eu penso de forma contrária, se o filho já não tem criatividade para brincar e se divertir com uma caixa de papelão, pois prefere ficar horas à frente da TV, a culpa é de quem? Da TV? Acredito que a culpa é dos pais que permitem tal situação. Onde estão as leituras de histórias, sem figuras, para as crianças imaginarem, como são os personagens, os cenários e tudo mais. A cada dia vejo mais crianças com TV e DVD no quarto, ai os pais vão e colocam um filme para a criança dormir.
Leiam o livro Ponte para Terabitia, ou assistam o filme que é igualmente bom.
A Imaginação é a porta para todos os mundos, é a fuga para o impossível, é a força para fazer o que quiser! Não podemos tirá-la das crianças e jovens!
Um grande abraço,
Marco Aurelio
Aprenda a imaginar com as crianças!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O que estamos ensinando para nossos filhos?
Hoje estava com a ideia de postar alguma coisa relativa a diversão e deixar esse assunto mais sério para semana que vem, no entanto resolvi escrever sobre isso hoje, já que por coincidência, ou não, o colunista Sergio, sugeriu o mesmo tema.
Primeiro assistam ao vídeo:
Crianças vêem, crianças fazem.
O vídeo termina com os seguintes dizeres: Crianças vêem, crianças fazem.
Nada poderia ser mais verdadeiro, as crianças na maioria delas, sempre se espelham nas pessoas mais próximas, o pai, a mãe, avós, tios, irmão, amigos. Já diziam meus avós: "Digas com quem andas que te direi quem és".
Outro dia me perguntaram se ao me formar o que queria fazer, respondi: lecionar. E fui interrompido por outra pergunta: nossa mas você tem paciência e gosta tanto de criança assim para ensinar? Minha resposta foi a seguinte: ensinar e gostar de crianças é fácil, difícil, e o que eu quero, é educar, mas ainda temo pela grande responsabilidade que é ter em minhas mãos mentes abertas, prontas para absorver tudo que temos a dizer, reproduzir ou imitar tudo que fazemos.
Quando estamos próximos de crianças devemos dar o exemplo. Mostre à criança a importância da gentileza, não fale demonstre; desperte o interesse da criança pela leitura, pegue um livro para ler toda noite, e seu filho vai te imitar e então tenha livros adequados para a idade.
Amar os filhos é também educá-los, educar não é fácil, mas os esforços valem, e muito a pena.
Marco Aurelio
Primeiro assistam ao vídeo:
Crianças vêem, crianças fazem.
O vídeo termina com os seguintes dizeres: Crianças vêem, crianças fazem.
Nada poderia ser mais verdadeiro, as crianças na maioria delas, sempre se espelham nas pessoas mais próximas, o pai, a mãe, avós, tios, irmão, amigos. Já diziam meus avós: "Digas com quem andas que te direi quem és".
Outro dia me perguntaram se ao me formar o que queria fazer, respondi: lecionar. E fui interrompido por outra pergunta: nossa mas você tem paciência e gosta tanto de criança assim para ensinar? Minha resposta foi a seguinte: ensinar e gostar de crianças é fácil, difícil, e o que eu quero, é educar, mas ainda temo pela grande responsabilidade que é ter em minhas mãos mentes abertas, prontas para absorver tudo que temos a dizer, reproduzir ou imitar tudo que fazemos.
Quando estamos próximos de crianças devemos dar o exemplo. Mostre à criança a importância da gentileza, não fale demonstre; desperte o interesse da criança pela leitura, pegue um livro para ler toda noite, e seu filho vai te imitar e então tenha livros adequados para a idade.
Amar os filhos é também educá-los, educar não é fácil, mas os esforços valem, e muito a pena.
Marco Aurelio
sexta-feira, 28 de março de 2008

Seriously
"Cara criei um blog e estou precisando de um colunista de cinema... e adivinha, é você."
E foi assim que a partir de agora, quinzenalmente às sextas, escreverei sobre Diversão, Cultura e Educação. Cinema, TV e música devem aparecer mais, mas sempre haverá espaço para coisas como a exposição da Tarsila do Amaral, que, aliás, terminou (Perdeu, prayboy! Rá!). Como diria Hulk no Marvel vs. Capcom: Let's rock!
Juno
Vou dizer que é o melhor dos filmes que concorreram ao Oscar, mesmo sem ter visto os Javier, Daniel, George ou Keira (Hum... o cara vai escrever sobre cinema e não viu nem os filmes indicados ao Oscar, isso um mês depois de tudo acontecer... bela credencial...).
A história - que se você ainda não sabe, ao terminar de ler este texto, deve ir direto para o cinema mais próximo (pirataria é crime!) - mostra a adolescente Juno McGuff, que ficou grávida de seu melhor amigo, Paullie, tentando encontrar um casal para adotar o bebê. Encontra o par ideal em um anúncio de jornal: Mark e Vanessa, um casal que mora em um subúrbio a la Wisteria Lane e que já tentavam há tempos conseguir um filho.
Elenco e roteiro fazem com que os espectadores não se distraiam nem por um segundo. Jennifer Garner (Alias) faz a futura-mãe-neurótica e Jason Bateman (Arrested Development) o marido que ainda aspira se tornar uma estrela do rock. Você vai se lembrar de Michael Cera, de Superbad, fazendo o papel de Michael Cera, em Superbad (esqueça o "tracinho-É-Hoje-ponto-de-exclamação" que o filme ganhou na tradução para o Brasil). Mas quem rouba a cena é mesmo Ellen Page, indicada ao Oscar de melhor atriz, no papel-título. Além de todos os trejeitos da teen, ela também ajudou na escolha da trilha sonora, o que muito em parte ajudou na composição da personalidade da personagem. Ah sim, e J.K. "Parker, you´re fired!" Simmons, como pai de Juno!
A responsável por tudo isso é Diablo Cody, que era stripper em NY e depois lançou um livro contando as suas experiências. Mais ou menos como uma tal de Bruna Surfistinha, aqui no Brasil. A diferença é que depois ela foi para o tapete vermelho e levou uma estátua dourada para casa, enquanto a Surfistinha veio da luz vermelha e foi fazer o único filme em que seria capaz de atuar.
PS: a trilha sonora é recomendadíssima.
Man Eater
Acabou semana passada, na maior audiência que já presenciei na Pinacoteca do Estado, a exposição com as obras da Tarsila do Amaral.
Fui no sábado, com uma chuvinha fina. Portões ainda fechados e muita gente já de guarda-chuva aberto. Entrei rápido e ao longo de uma hora foi possível ver de perto os clássicos dos livros de literatura (Abaporu e os demais da fase antropofágica, a mais famosa) e de história (Operários, que sempre aparece no capítulo de Revolução Industrial).
É sempre bom ver o acervo permanente, ainda que algumas áreas estavam fechadas, além das demais exposiçõs, de artistas que não lembro o nome.
Se não estivesse acabado, seria mais uma recomendação.
And that's that
Acabou.
Mas fiquem ligados na programação do Reserva Cultural, que ainda está passando os filmes do Oscar (ainda tenho chance!) e outros que chamam atenção, como 2 Dias em Paris - só porque tem a Julie Delpy (Antes do Pôr do Sol, melhor que o original, Antes do Sol Nascer) e Daniel Brühl (Adeus, Lênin, melhor que Edukators).
quarta-feira, 5 de março de 2008
Kiriku e a Feiticeira
Esse filme é indispensável para educadores. Ao assistir preste atenção nas analogias, nas metáforas, presentes no filme todo.
Agora que assistiu a um pequeno trecho do filme procure em alguma locadora, ou melhor, compre o filme, pois estará investindo em sua formação.
Podemos fazer comentários sobre o filme. Inicialmente não vou comentar nada para não contaminar a visão e interpretação de cada um.
Agora que assistiu a um pequeno trecho do filme procure em alguma locadora, ou melhor, compre o filme, pois estará investindo em sua formação.
Podemos fazer comentários sobre o filme. Inicialmente não vou comentar nada para não contaminar a visão e interpretação de cada um.
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