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terça-feira, 24 de junho de 2008

Obras de arte no cotidiano e a primeira postagem nesse blog

Já tem algum tempo que o Marco me chamou pra postar nesse blog e, depois de muito correr, resolvi aceitar e participar ativamente do Educultirsão (só eu não gosto do nome?) e, sendo assim, cá estou!
Vou escrever hoje sobre uma obra de arte que está no cotidiano dos paulistanos, ou para uma parte deles, que não deixa passar em branco essas obras que já fazem parte de seu dia-a-dia.Eu, particularmente, sempre olho pra ela quando passo por lá e tenho muitas recordações boas que ligo àquela imagem. Tal obra se encontra na Estação Sé do Metrô e fica na entrada da plataforma Leste, o nome da obra é “Fiesta” e foi pintada em tinta acrílica por Waldemar Zaidler em um painel de 3,2m X 10,0m. Fiesta é de 1986 e mostra duas mulheres, uma delas com uma lanterna (que é representada por um trompete) na mão, apontando para uma cadeira que não está lá, ou está. Não sei ao certo qual a intenção do autor quando fez a obra, mas ela realmente é muito bonita de se ver.
Waldemar Zaidler é um dos precursores do graffiti em São Paulo, começou a grafitar em 1979 e se formou na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo), na USP. Fez graffits na rua até o ano de 1985, juntamente com Alex Vallauri e Carlos Matuck. Hoje tem uma empresa de Design Gráfico, a Planeta Terra Design.
Nesse momento você deve se perguntar: Mas que diabos eu tenho a ver com isso? Com essa obra talvez você não tenha nada em comum mesmo, mas por quantas obras de arte passamos todos os dias e nem sequer uma vez paramos diante delas? São Paulo é uma das capitais mundiais mais ricas em obras de arte na rua e em nenhum momento nos damos conta que elas estão por toda parte.
Mas por que eu escolhi essa obra? Como já disse, tenho boas lembranças de momentos que passei por ali, algumas fases distintas da minha vida. As primeiras vezes em que fui para o Centro da cidade sozinho, eu fui de metrô. Quando comecei o cursinho para entrar numa escola técnica (vou falar do CECA em um outro momento), nos dois anos em que estudei na Federal (onde fiz os melhores amigos que tenho), as idas e voltas das baladas, as mãos dadas com as meninas que passaram na minha vida... cotidiano. Eu cresci e continuo passando, com menos freqüência hoje, e sempre me lembro desses momentos... e você, se identifica com alguma obra de arte da cidade de São Paulo? Comente!!!


Luiz Belonio

terça-feira, 17 de junho de 2008

Daniel Kogevnikovs, nos presenteia com está se não belíssima, criativíssima obra.
Praticamente um teste de cultura pintado.
Quantas pessoas você consegue identificar? e deixe o número no comentários.
Clic na imagem para ampliála.




forte abraço,

Marco Aurelio

quarta-feira, 16 de abril de 2008

e que vá tudo para o espaço...

Essa é uma foto tirada pela Agência espacial européia que tem a sigla em inglês ESA, e esses pontos brancos são objetos lançados por nós: satélites ativos; satélites inativos; restos de estações espaciais; etc. A Terra já não é grande o bastante para nós poluirmos, temos que partir para o espaço e emporcalhar tudo.
Tem uma cena no matrix que o agente Smith fala com o Morpheus, e diz que os seres humanos são como vírus, os vírus se instalam em um corpo e o consome, muitas vezes acabando com ele, e resultando em sua própria morte.
Isso é um exagero? Acredito seriamente que não. Não fazemos nada, se não consumir, consumir e consumir as reservas do Planeta. Não é um discurso de um ecochato, mas de um cara preocupado com o futuro da espécie humana.
Uma professora já dizia: cuidemos de nosso quintal. Sim, se cada um fizer a sua parte, o resultado final será incrível. Pequenas atitudes podem mudar o cenário catastrófico que se aproxima. Utilizar menos sacolas plásticas, dar carona, não usar pratos e talheres descartáveis, separar o lixo (basta separar lixo seco de lixo orgânico), comprar menos produtos com embalagens não recicláveis (exemplo são aquelas bandejinhas de isopor), essas e muitas outras pequenas atitudes somadas assumem uma dimensão astronômica.
Professores, campanhas como: salvem as baleias, não poluam os mares, salvem os ursos polares, são todas bonitinhas, mas qual a acesso dos alunos para realmente colaborarem com isso? Pensem em campanhas que os alunos possam realmente colaborar com alguma coisa, em uma escola eu vi alunos criando sacolas de panos para os pais irem até a padaria, mercadinho. Comentem e deixem suas ideias.
Então por favor, antes de reclamar, pare e reflita: Estou cuidando do meu quintal?

Um forte abraço,

Marco Aurelio

Respeito, alguém lembra o que é isso?

quinta-feira, 13 de março de 2008

Além da cerca

O que vocês acham que as crianças estão vendo além da cerca?

Eu vou começar.
Do outro lado da cerca exibindo forma escultural, de uma beleza ímpar, o calor do sol da manhã fazia com que uma gota escorresse por sua silhueta. Os garotos babavam por aquela maravilha deitada sobre a mesa, nunca tinham visto nada igual. E pela primeira vez em suas vindas sentiram realmente desejo. Juquinha não conseguia subir na cerca, mas olhava pelas frestas e escutava os sussurros dos amigos, o que fazia tentar cada vez mais subir e então olhar aquela maravilha de bolo de noivado, todo branquinho, dois andares, cheio de confeitos e os noivinhos no topo!